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26/12/2016

Fazer o bem sem olhar a quem nos faz mais bem ainda!

Na última segunda - feira (19), entreguei a primeira cadeira do "Livros, Lacres e Sentimentos" nome que dei ao projeto de arrecadação de lacres. Desde o início de 2016 venho me empenhando em juntar lacres das latinha de refrigerante, cerveja e derivados para trocar por cadeiras de rodas. É isso mesmo que vocês leram!

Tudo começou com um pedido da minha mãe depois de uma festa que organizamos aqui em casa. Ela me pediu para que eu arrumasse a bagunça. Comecei a juntar as latinhas para jogar fora e me lembrei de um movimento semelhante a esse que estou organizando aqui na minha cidade e pensei "Porque não fazer o mesmo aqui?" A partir desse dia, comecei a juntar todos os lacres que eu via pela frente dentro de uma garrafa de 2L.

Durante o processo, fui pesquisar. Descobri que são necessárias 100 garrafas de refrigerante cheias desses lacres pra conseguir uma cadeira. A troca dos lacres pelo objeto é realizada pela Intervias.

A princípio, o projeto surgiu com o seguinte propósito: Quem conseguisse arrecadar uma garrafa, ganharia em troca um Kit com CDs, livros, marcadores de página, etc. Mas o projeto ganhou uma proporção que eu não esperava. Todo mundo ajudou sem sequer pensar em receber algo em troca. Infelizmente, vivemos uma sociedade que só visa o lucro pra si, mas fui pega de surpresa com esse gesto tão lindo vindo de várias pessoas, inclusive de amigas virtuais de outras cidades se mobilizando pra arrecadar cada dia mais um pouquinho.

Solidariedade: Esses são Luciano e sua irmã lá de Piedade (SP). Eles, junto da mamãe Elisângela, estão firmes na arrecadação dos lacres por lá

Consegui parceria com uma rádio da região, em um evento que eles estariam organizando aqui na cidade. Quem levasse uma garrafa cheia de lacres, em troca, ganhava alguns kits que a própria rádio disponibilizou pra gente. O resultado? 18 garrafas!

Recentemente, descobri que o Lar São José de Itapira, também realiza esse trabalho solidário com as crianças. Consegui contato com a diretoria da instituição e fechamos uma parceria. O resto de garrafas que faltasse, se juntaria com os meus e assim, poderíamos conseguir em breve a primeira cadeira do projeto. Dito e feito! A parceria deu mais do que certo. No dia 1º de Dezembro, entreguei todos os lacres que consegui arrecadar lá na instituição.

Entrega dos lacres ao Lar São José: muita emoção por conseguirmos a primeira cadeira do projeto!
A cadeira foi para o Estevan, um aluno especial da APAE (Associação de Pais aos Amigos Excepionais) e foi uma alegria sem tamanho. A mamãe Eliana e o irmão Vitor compareceram na entrega da cadeira.

Eliane e Vitor na entrega da 1º cadeira de rodas do projeto: Gratidão é o que sinto por poder ajudar de alguma forma a melhorar a qualidade de vida de quem realmente precisa.
Quem se interessar, tenho uma página do projeto no Facebook (clique aqui) onde posto todas as informações e planos para o projeto (Sim, eu pretendo levar isso adiante, até quando eu puder). Quem tiver Instagram também pode procurar por lá. O ig é @livroslacresesentimentos Sugestões ou críticas construtivas são sempre bem vindas! Vamos todos nos unir para fazer um mundo melhor aos que precisam.

O jornal "A Cidade" publicou uma matéria contando de todo o projeto. Gostaria de aproveitar o espaço e agradecer ao Fernando, por todo carinho e sensibilidade que teve ao me procurar pra que eu contasse a história. Agradeço também a toda equipe do Lar São José, em especial a Edite, que acolheu meu projeto com tanto carinho! Que Deus abençoe a todos. Também agradeço por último, não menos importante, a minha mãe, que apesar de sempre dizer que a caminhada não seria fácil, não me deixou desanimar nem por um minuto dessa causa. 

Sempre amei ajudar as pessoas, sempre me vi participando de causas sociais e quando me dei conta, estava 'sozinha' guiando isso tudo. Jamais imaginei que o "Livro, Lacres e Sentimentos" pudesse ter a repercussão que vem tendo. Vou continuar me dedicando e me empenhando para ajudar os que necessitam. 

15/12/2016

Encerramento de um ciclo.

Olá Pessoal. 

Estive ausente aqui desse espaço que tanto amo por uma boa causa. No último semestre estive concluindo o meu TCC (Trabalho de Conclusão de Curso)  e por conta disso, me ausentei das postagens.

Finalmente estou encerrando esse ciclo. Um ciclo de muito aprendizado, tanto pessoal quanto profissional. Desde pequena sempre sonhei em ser jornalista. Não me enxergava seguindo outra profissão. Sempre amei ouvir histórias, conhecer novas pessoas e ajudar aqueles que precisam e acredito que através do jornalismo, através da escrita, eu consiga fazer isso da melhor forma possível.

Esse processo todo na universidade não foi fácil. Passei por vários espinhos. Porém, muita coisa bacana também aconteceu. Conheci pessoas maravilhosas, tive professores sensacionais que levarei pra sempre nas minhas mais lindas lembranças. Eu aprendi nesses cinco anos muito mais do que Jornalismo. Conheci algumas pessoas que não valeram tanto a pena, mas foi assim que consegui crescer. Muita coisa me doeu ao longo dos anos, mas nada que o tempo não cure e que nos faça mais fortes a cada dia né!

Em breve postarei aqui para vocês o vídeodocumentário que eu, junto de mais três colegas fizemos como Trabalho de Conclusão de Curso. O tema foi Fibrose Cística (No documentário estará tudo explicadinho pra vocês, afinal, acredito que assim como eu, antes de conhecer esse assunto, jamais tenham ouvido falar) e espero que vocês gostem e divulguem a causa. Esse trabalho não foi fácil de concluir, mas enfim, em breve estará aqui pra vocês conferirem na íntegra. Por enquanto, seguem algumas fotos do dia da nossa apresentação, que aconteceu na última segunda - feira (12).

Momentos de tensão: Fibrose Cística, A Luta pela vida (Foto: mamãe da Marilisy)

Da esquerda para a direita: Jaqueline, Ivete Roldão, Eu, Edson Rossi ( nosso orientador), Caroline, Marilisy e Adauto

Devo mais essa vitória a eles: Família (Meu pai á esquerda e o Pedro, meu irmão, á direita)
Gostaria de agradecer a compreensão de todos vocês com relação a minha ausência aqui e dizer que a partir de agora, muitas novidades irão surgir. Tenho muitos planos para o Caixinha dos Desejos e espero que vocês continuem nessa nova empreitada comigo. Muito obrigada a todos que desde 2015 estão comigo nessa jornada. Sou muito grata a cada leitor que aparece nesse espaço tão simples, mas tão cheio de amor!

14/07/2016

Ministério da Saúde disponibiliza curso de Zika em outras línguas

Disponibilizado na internet, curso sobre o vírus estará disponível para profissionais de todos os países  
Por Bárbara Cintra 

O curso do Ministério da Saúde sobre atendimentos a pacientes com Zika Vírus que já é ministrado aqui no Brasil será disponibilizado também nas línguas inglesa e espanhola. Essas novas versões somente foram possíveis devido a uma parceria com a Organização Mundial da Saúde (OMS) e Organização Pan – Americana de Saúde (OPAS). A previsão é que a ferramenta esteja disponível até o mês de maio.

Intitulado “Zika: abordagem clínica na atenção básica” poderá ser acessado no próprio site da Universidade Aberta do Sistema Único de Saúde (UMA – SUS) onde já consta a versão em português, além de ser disponibilizado em plataformas digitais ministradas pela OMS e pela OPAS desde fevereiro e já conta com 27 mil matriculados.

O secretário de Gestão do Trabalho e da Educação na Saúde Heider Pinto enfatiza que é essencial disseminar informações a respeito da doença e suas consequências, já que o Brasil acumulou muitas experiências tanto no combate quanto nas pesquisas a respeito do Zika.

Brasil tem avançado nas pesquisas a respeito do Zika Vírus. (Foto: reprodução)

O representante da OMS / OPAS aqui do Brasil, acredita que em breve o curso estará disponível em sua plataforma Campus Virtual de Saúde Pública , espaço de aprendizado online da organização.

O módulo é disponibilizado prioritariamente para os profissionais médicos, porém podendo ser estudado por qualquer pessoa interessada em saber mais a respeito da doença. Com 45 horas, o curso tem um capítulo especialmente dedicado aos cuidados voltados as gestantes infectadas pelo vírus e aos recém-nascidos com microcefalia. As inscrições devem ser realizadas pelo site da UNA–SUS e seguem até o dia 15 de fevereiro de 2017.

Marcelo Humdrigo Cesto, especialista na epidemia, comenta a eficácia do curso oferecido pelo Ministério da Saúde aos profissionais da área e demais pessoas interessadas:
 
Além de oferecerem essa capacitação sobre o Zika Vírus, o Ministério da Saúde oferta cursos a respeito de outras doenças causadas pelo mosquito Aedes aegypti, como a dengue e chikungunya. O curso tem 16 horas de duração e conta com certificação ao final. Ao todo já são 7 mil inscritos.

22/06/2016

Apesar de toda recessão econômica, venda de livros cresce. Sebos são uma boa opção para economizar.

Uma pesquisa realizada pelo Instituto Pró Livro, mostrou que o número de leitores aumentou 6% entre 2011 e 2015. O levantamento que teve abrangência nacional, apontou que o país tem cerca de 104,7 milhões de leitores, ou seja, 56% da população.

Ainda segundo a pesquisa, na terceira edição em 2011, o Centro-Oeste do país liderava o número de leitores por região com 53%. Nesta última edição, o melhor percentual passou a ser o da região Sudeste, com 61%. O primeiro lugar no quesito número de livros lidos (inteiro ou em partes) por habitantes nos últimos três meses também ficou com a região Sudeste, com 2,98 - índice que ultrapassa a média nacional de 2,54.

Segundo Luís Otávio Oliveira, proprietário do Sebo Casarão, localizado no centro de Campinas, apesar de toda recessão que o país tem vivido, a venda de livros se manteve estável e em muitos casos, cresceu, principalmente diante de todo esse processo político que vem acontecendo “Depois do impeachment, percebemos que a venda de livros físicos aumentou. ”
Luís Otávio, um dos proprietários do Sebo Casarão (Foto: Arquivo Pessoal)

Luís ressaltou que devido a toda avalanche política pela qual o país tem passado, a procura por livros de História tem sido maior.
O comerciante conta que temeu muito o surgimento dos e-books “Quando eles surgiram, pensei que o papel iria acabar. Afinal de contas, além dos sebos, eles também são uma opção, porque muitas vezes disponibiliza os livros gratuitamente. Mas fui surpreendido: a venda de livros físicos deu uma alavancada.” Segundo ele, um dos motivos para esse aumento, foi o conforto na hora da leitura.” Muitas vezes, lendo um livro pela internet, o leitor se distraí com facilidade, além da tela cansar bastante a visão”.

O Sebo possui mais de 48 mil exemplares disponíveis, dos mais variados gêneros (Foto: Bárbara Cintra)

As preocupações não acabaram por aí. Luís ainda disse ainda que diante da situação política que o Brasil se encontra, fazer com que o leitor não se sinta lesado de alguma maneira, se colocar no lugar de quem compra também faz com que as vendas seja maiores.


08/06/2016

Outra Xícara Por Favor: Amizade, café e livros

Amizade, café e literatura. Foi assim que o "Clube do Livro Outra Xícara Por Favor " foi fundado na cidade de Itapira, interior paulista. 

Marina Risther Razzo, Nádia Fressato Godoy e Paula Montanari cresceram juntas e desde muito pequenas, foram influenciadas pelos pais ao hábito da leitura. Marina e Nádia são formadas em Direito e Paula em História. Elas se reuniam com frequência fazendo cafés da tarde – mais um vício do trio em comum, além da paixão por literatura - para discutirem sobre os livros, séries, entre outros. Daí surgiu a ideia: por que não encontrar mais gente tão apaixonadas por literatura?

Marina conta como o nome para o clube nasceu. “Esse nome já existia antes do clube. Eu queria fazer um blog sobre livros e pedi ajuda para a Paula bolar um nome legal e, conversa vai, conversa vem, saiu o nome “Outra Xícara, por favor”, conta. "Como originalmente as reuniões eram em cafés da cidade e como café e livros são coisas que sempre combinam, eu sugeri de usarmos o mesmo nome”.

Membros do Clube: são quatro anos dividindo conhecimentos sobre literatura

Rafaella Martucci, estudante de Letras e integrante do grupo há três anos, lembra como descobriu o clube e a importância de projetos assim para Itapira e região. “Acredito que não há projetos suficientes que estimulem a leitura e o amor pela palavra escrita em Itapira e região. É muito bom ver isso acontecendo por aqui, ainda que sejam a passos de bebê". Para ela, a experiência em participar do clube e conhecer pessoas que partilham da mesma paixão por livros é fantástica. "Conheci o clube com amigos, um foi apresentado para o outro até que conheci quem me levou para a reunião. Foi amor à primeira vista", relata. Já no primeiro encontro, o tema era sobre autores Ingleses, preferencia de Rafaella. "Foi muito legal”.


Primeiro Movimento Cultural em Itapira: Participação do Clube com várias atividades, uma delas, "Qual é o personagem" onde alguns integrantes escolheram personagens literários para se fantasiarem e circularem pelo evento. (Foto: Bárbara Cintra)

Pelo quarto ano consecutivo, o clube realizará a Feira de Troca de Livros Beneficente no dia 17 de Julho, no salão social da igreja Santo Antônio. Para participar, basta levar um livro de literatura (ficção, não ficção) + um produto de higiene pessoal (sabonete, pasta de dente, entre outros) e para cada livro ganha-se um cupom. Na feira haverá à disposição títulos variados, incluindo livros novos e/ou usados. Os produtos de higiene arrecadados serão doados para instituições de caridade do município.

O clube comemora em 2016 quatro anos de existência. No total são 33 integrantes. Para quem deseja encontrar pessoas que também gostem de ler, essa é uma boa pedida. Para conhecer mais o Clube, é só curtir a página no Facebook clicando aqui.

13/05/2016

Pedro Rosário: uma Kombi, meus livros e nada mais

Livraria ambulante leva cultura a população de forma inusitada e divertida

Não demorou muito tempo para que um homem alto, de cabelos compridos e barba aparecesse na mesa em que eu estava sentada. Sério, mas muito educado e aberto a conversa, recebi o professor Pedro Rosário em uma cafeteria que foi inaugurada recentemente na cidade. Escolha dele, inclusive. Chegamos à conclusão de que café e um bom livro são uma ótima combinação.

Apaixonado. Essa é uma palavra que o define muito bem. Desde pequeno ele sempre foi amante dos livros. Influenciado pelos pais, ele teve contato com as palavras desde criança. A família dele é toda de Itapira, mas precisaram se mudar da cidade por um tempo.

Em 2011, ao retornar a Itapira, ele sentiu uma frustração enorme por não existir nenhuma livraria por aqui e nem na região. “A gente até tinha uma livraria lá no shopping Buriti, em Mogi Guaçu, mas não era uma coisa muito grande”.

Rosário se anima quando o assunto é seu projeto “Livrando”, uma Kombi personalizada que durante os fins de semana fica no centro da cidade e até em algumas escolas vendendo livros. Pedro é aquele cara sem meias palavras, mas quando o assunto são as letras, é nítido em seus olhos um brilho a mais.

Conversa vem, conversa vai, Pedro explica o porquê escolheu usar uma Kombi e não abrir uma livraria na cidade “Eu sempre gostei de Kombi, e com a ajuda dos meus pais, consegui comprar uma já usada. Além de quê, conversei com uma das donas de uma livraria que funcionou por pouquíssimo tempo aqui e ela me contou que só deu gastos, porque quase ninguém frequentava. Então, pensei em fazer algo diferente, que interessasse as pessoas a quererem ler. ”

Livrando em plena praça Bernardino de Campos, em Itapira, durante uma das edições do Sarau Cultural (Foto: Bárbara Cintra)

A ideia é recente. Ele conta que para ter permissão de ficar na rua e estacionado na Praça Bernardino de Campos, foi necessário um alvará da Prefeitura de Itapira, além do apoio fundamental da Secretaria de Cultura e Turismo da cidade.

Na Kombi é vendido de tudo: desde os “bests – sellers” a livros que Rosário adora, como Saramago de “Ensaio sobre a cegueira”, Garcia Márquez, Lorenço Mutarelli, entre outros. Rosário ainda pretende daqui algum tempo colocar à venda camisetas literárias, azulejos com frases e outros produtos relacionados a literatura.

Com o passar do tempo, a ideia foi tomando corpo. Hoje, ele realiza contação de histórias e oficina de escrita criativa. Rosário também conseguiu parceria com algumas editoras que mandam autores para rolar sessão de autógrafos, fazer palestras “Além de toda essa ideia da livraria, que já é bastante coisa, existe também esse lado cultural a mais”. E segundo Rosário não é apenas a divulgação literária que é fraca na região, é a cultura em si que é pouco incentivada. Um bom começo para essa realidade mudar é dentro de casa.

Rosário relata que as parcerias para o projeto continuar vêm crescendo aos poucos, embora essa divulgação de cultura literária na região seja fraca. Além do apoio familiar e da namorada que sempre o acompanha, Letícia Souto, que participa do projeto “Maquina do Mundo” – uma ação em que os jovens vestem - se de palhaços e saem pelas ruas com cartazes inusitados, como “Me dá um abraço”, além de distribuir poesias para os que vão passando nas ruas - colabora contando histórias para as crianças.

O professor conta com saudade que também fez artes cênicas, mas que esse lado mais artístico dele adormeceu e que ter descoberto essa qualidade em Letícia, que além de participar da Máquina do Mundo foi aluna de Pedro na escola, foi muito interessante. “Quem sabe daqui um tempo eu também não acorde esse Pedro artístico que existe. É para se pensar. ”

O professor comenta sobre a facilidade existente na atualidade de se publicar um livro, ainda mais com o avanço da internet. Plataformas como Widbook e Amazon tem dado uma oportunidade maior para quem é tão apaixonado pelas letras a ponto de querer coloca – las no papel. Mas infelizmente o processo de lançamento de um livro na sua grande maioria não é viável a qualquer pessoa. Essas plataformas têm transformado essa realidade, oferecendo publicação até gratuita aos jovens escritores. “Eu acho muito interessante essas portas que são abertas para aqueles que desejam ter um livro publicado, ainda que seja por hobby”.

Para o futuro, Pedro Rosário pretende alcançar mais escolas, porque foi uma ideia que deu certo. Também pretende fechar mais parcerias com outras editoras.

Com um brilho nos olhos, ele diz que a reação das crianças é a mais interessante com relação ao livrando “É uma coisa que vale muito a pena, é mágico o brilho nos olhos deles, essa empolgação que infelizmente com o passar dos anos não encontramos nos jovens de hoje. ”

O professor apaixonado pelo projeto e pela literatura mora em Itapira, mas já não dá mais aulas na cidade . É professor no colégio Anglo de Mogi Guaçu e Objetivo de Monte Sião e Socorro. Ele consegue se dedicar a Kombi apenas nos finais de semana.